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Divagações surreais
(Maygh)

Por isso que chorei tantas lágrimas, tantos batimentos descompassados, tantas palpitações! ver um filme de fome e de famélicos fanáticos não poderia produzir nada diferente. venezuelanos de um lado, angolanos de outro e no meio, um simulacro de hercule poirot tentando desvendar um inexistente enigma. nem wood allen, no esplendor de sua cognição epistemológica, teria concebido um plano tão surreal e matreiramente tão paradoxal que coubesse na realidade das telas. mas, como diria parmenides de elea, "enquanto um grego desagregar o mundo, desagregado o mundo ficará!". sinceramente, não sei se o filósofo de elea proferiu tal disparate, mas revendo meu alfarrábio intacto na sua forma de ser, tristemente comprovei que a inutilidade subjetiva é maior que a teoria darwiniana.
Uma coisa é, pra mim, inconteste, ninguém sobrevive sem a ilusão do pretérito e sendo assim, antes que o astronauta espirre, eu resolvi enterrar a cara na cachaça, com limão galego e caju.

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